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Os astecas pagavam tributos à tribo tepaneca de Atzcapotzalco. Em 1440, a
agressividade dessa tribo causou o surgimento de uma tríplice aliança
entre as cidades de Tenochtitlán, Texcoco e Tlacopán, que derrotou os
tepanecas e iniciou sua expansão territorial pela zona ocidental do vale
do México. Sob o reinado de Montezuma I, o Velho, os astecas tornaram-se
um povo temido e vitorioso, ampliando seus domínios em mais de 200 quilômetros.
Axayácatl, o sucessor de Montezuma, em 1469, conquistou a cidade de
Tlatetolco e o vale de Toluca.
O Império ampliou seus limites ao máximo sob o reinado de Ahuízotl, que
impôs sua soberania sobre Tehuantepec, Oaxaca e parte da Guatemala. Em
1519, sob o reinado de Montezuma II, houve o primeiro encontro com os
conquistadores espanhóis.
A sociedade asteca era rigidamente dividida. O
grupo social dos pipiltin (nobreza) era formada pela família real,
sacerdotes, chefes de grupos guerreiros — como os Jaguares e as Águias
— e chefes dos calpulli.
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