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Entre os Séculos XVIII a XIX - surge uma segunda experiência pré-cooperativa
com o regime dos Quilombos, liderados pelos escravos fugidos das
fazendas dos senhores rurais. Desenvolviam a agricultura e a pecuária
num sistema de associativismo pleno. As povoações quilombas se
constituíam em unidades mais ou menos auto-suficientes na produção e
consumo, conseqüentemente poderia explicar-se sua autonomia política.
Cabe ressaltar que os quilombos não foram experiências de cunho
eminentemente cooperativista, mas tinham duas características
importantes ligadas a este: a propriedade coletiva e a divisão da produção
segundo as necessidades de cada um. |