Blog Notícias

Energia solar no Brasil mostra sua força na COP26

 

     A fonte solar, incluindo usinas de grande porte e sistemas de menor porte em edifícios e terrenos, evitou, desde 2012, a emissão de 12,5 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade no Brasil. Este é um dos indicadores apresentados pela Associação Brasileira de Energia Solar fotovoltaica (Absolar) ao longo da COP26 – a 26ª Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, realizada de 31 de outubro a 12 de novembro de 2021, em Glasgow (Escócia).

    Entre os diversos benefícios ambientais da fonte solar para o país, destaca-se a economia de água nos reservatórios das hidrelétricas, uma vez que a energia solar não requer o uso de água para gerar energia elétrica. Ela também ajuda a reduzir o uso de termelétricas fósseis, mais caras e poluentes, para a geração de eletricidade, aliviando custos aos consumidores brasileiros. Adicionalmente, a operação dos sistemas solares é silenciosa e limpa, não emitindo ruídos nem poluentes atmosféricos ou efluentes líquidos ou sólidos durante seu funcionamento.

     Ao final da vida útil de mais de 25 anos, os equipamentos solares também possuem alto índice de reciclagem, a exemplo dos módulos fotovoltaicos, principal componente dos sistemas. Segundo estudo da PV Cycle, entidade independente responsável pela reciclagem de equipamentos fotovoltaicos no setor, até 96% dos módulos fotovoltaicos pode ser recuperado e reaproveitado em novas atividades produtivas. Para latinhas de alumínio, este índice é de 97%. Outra vantagem está na possibilidade de instalação de sistemas solares flutuantes, em espelhos d’água, que ajudam a reduzir em cerca de 70% a evaporação hídrica, segundo estudos internacionais.

      Por ter um dos melhores recursos solares do mundo, o Brasil também sai na frente na produtividade dos sistemas solares. Este tipo de sistema instalado em território nacional produzirá, em média, 17 vezes mais energia durante sua operação do que aquela usada para produzi-lo. “Ou seja, em menos de 1,5 ano de funcionamento, a energia gerada pelo sistema solar compensará toda a eletricidade consumida no seu processo de fabricação, um grande superávit energético”, explica o CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia.

 

Fonte: Diário do Nordeste

Compartilhe este post

assine nossa newsletter

Fique por dentro das novidades sobre energia solar

Dúvidas entre em contato

Entre em contato com a Sicredi Pioneira

Em caso de dúvidas, sugestões ou reclamações.

054 3281 8100 054 99963 8245 [email protected]